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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022


 

1.Sobre Camões, podemos afirmar que:

  1. É um poeta Simbolista

  2.  Sua obra compreende os gêneros épico, lírico e dramático.

  3. Seu primeiro nome é Antônio

  4. Sua nacionalidade é Brasileira


2. Sobre o poema Lusíadas, é correto afirmar que:

  1. Foi escrito por Aluízio Azevedo

  2. Pertence à Escola Literária do Romantismo

  3. Foi escrito por Camões

  4. Não é um poema épico



3. O Classicismo ocorreu durante o período do:

  1. Renascimento (Séc. XV)

  2. Na era Moderna (Séc. XX)

  3. Romantismo (Séc. XIX)

  4. Século XII


4. O Classicismo ocorreu no Brasil e em Portugal:

  1. Certo

  2. Errado


5. O Classicismo faz referência ao modelo:

  1. Moderno

  2. Greco-romano

  3. Simbolista

  4. Árcade


6. Como era caracterizada a perfeição formal nos poemas?


  1. Pela liberdade de expressão

  2. Pela liberdade das formas

  3. Pelo rigor nas formas

  4. Pelo sentimentalismo dos textos


7. Qual a maior fonte de inspiração dos poetas do Classicismo?

  1. A mitologia dos deuses e musas

  2. O amor

  3. O sentimentalismo

  4. As questões políticas


8. Os escritores Classicistas valorizavam a racionalidade em detrimento do sentimentalismo:

  1. Certo

  2. Errado


9. Qual a origem do predomínio da razão durante o Classicismo?

  1. Crença em Deus

  2. Crença na Igreja

  3. Crença na Ciência

  4. Crença na humanidade




Gabarito:

  1. B

  2. C

  3. A

  4. Errado

  5. B

  6. C

  7. A

  8. Certo

  9. C



sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Simulado sobre o Simbolismo

 

 

1. As principais características do Simbolismo são:

a) Subjetivismo e misticismo

b) Religiosidade e objetividade

c) Objetividade e otimismo

d) Otimismo e materialismo

 

2. O efeito da sonoridade era obtido através do uso de:

a) preposições

b) artigos

c) figuras de linguagem

d) pronomes



 


3.O uso da cor  branca nos poemas faz referência:

a) à objetividade

b) ao pessimismo

c) à esperança de um futuro melhor

d) ao misticismo

 

4. Os principais escritores do Simbolismo brasileiro foram:

a) Cruz e Souza e Alphonsus de Guimarães

b) Camões e Machado de Assis

c) Machado de Assis e Lygia Fagundes Teles

d) Augusto dos Anjos e Mário Quintana

 

5. Por que algumas vezes os poemas parecem não fazer sentido?

a) Pois não são compreendidos por leitores de outras épocas.

b) Pois os escritores não escreviam para outras pessoas.

c) Pois o foco nos escritores estava na sonoridade.

d) Pois o foco dos escritores estava em transmitir melancolia.

6.  O Simbolismo teve no Brasil a mesma repercussão que teve na Europa:

a) Certo

b) Errado

 

7. O Simbolismo surgiu propondo uma retomada ao:

a) Pessimismo

b) Otimismo

c) Romantismo

d) Cientificismo

 

8. Augusto dos Anjos é um escritor simbolista que transita entre dois períodos:

a) Romantismo e Modernismo

b) Simbolismo e Pré-modernismo

c) Simbolismo e Arcadismo

d) Pré-modernismo e Modernismo

 

9. Cruz e Souza é considerado o precursor do Simbolismo:

a) Certo

b) Errado

 

10. Cruz e Souza, além da musicalidade e da espiritualidade, abordou outra temática em seus textos:

a) Preconceito

b) Abolicionismo

c) Otimismo

d) Amor à pátria

 

 

Gabarito:

1.      1. A

2.      2. C

3.     3.  D

4.      4. A

5.     5.  C

6.     6.  Errado

7.     7.  C

8.      8. B

9.      9. Certo

10 10.   B

 

 


quarta-feira, 16 de setembro de 2020

IME - Prova de 2018


Texto 1

BECOS DE GOIÁS

Beco da minha terra...
Amo tua paisagem triste, ausente e suja.
Teu ar sombrio. Tua velha umidade andrajosa.
Teu lodo negro, esverdeado, escorregadio.
E a réstia de sol que ao meio-dia desce, fugidia,
e semeia polmes dourados no teu lixo pobre,
calçando de ouro a sandália velha,
jogada no teu monturo.
Amo a prantina silenciosa do teu fio de água,
descendo de quintais escusos
sem pressa,
e se sumindo depressa na brecha de um velho cano.
Amo a avenca delicada que renasce
na frincha de teus muros empenados,
e a plantinha desvalida, de caule mole
que se defende, viceja e floresce
no agasalho de tua sombra úmida e calada.
Amo esses burros-de-lenha
que passam pelos becos antigos. Burrinhos dos morros,
secos, lanzudos, malzelados, cansados, pisados.
Arrochados na sua carga, sabidos, procurando a sombra,
no range-range das cangalhas.
E aquele menino, lenheiro ele, salvo seja.
Sem infância, sem idade.
Franzino, maltrapilho,
pequeno para ser homem,
forte para ser criança.
Ser indefeso, indefinido, que só se vê na minha cidade.
Amo e canto com ternura
todo o errado da minha terra.
Becos da minha terra,
discriminados e humildes,
lembrando passadas eras...
Beco do Cisco.
Beco do Cotovelo.
Beco do Antônio Gomes.
Beco das Taquaras.
Beco do Seminário.
Bequinho da Escola.
Beco do Ouro Fino.
Beco da Cachoeira Grande.
Beco da Calabrote.
Beco do Mingu.
Beco da Vila Rica...
Conto a estória dos becos,
dos becos da minha terra,
suspeitos... mal afamados
onde família de conceito não passava.
“Lugar de gentinha” - diziam, virando a cara.
De gente do pote d’água.
De gente de pé no chão.
Becos de mulher perdida.
Becos de mulheres da vida.
Renegadas, confinadas
na sombra triste do beco.
Quarto de porta e janela.
Prostituta anemiada,
solitária, hética, engalicada,
tossindo, escarrando sangue
na umidade suja do beco.
Becos mal assombrados.
Becos de assombração...
Altas horas, mortas horas...
Capitão-mor - alma penada,
terror dos soldados, castigado nas armas.
Capitão-mor, alma penada,
num cavalo ferrado,
chispando fogo,
descendo e subindo o beco,
comandando o quadrado - feixe de varas...
Arrastando espada, tinindo esporas...
Mulher-dama. Mulheres da vida,
perdidas,
começavam em boas casas, depois,
baixavam pra o beco.
Queriam alegria. Faziam bailaricos.
- Baile Sifilítico - era ele assim chamado.
O delegado-chefe de Polícia - brabeza -
dava em cima...
Mandava sem dó, na peia.
No dia seguinte, coitadas,
cabeça raspada a navalha,
obrigadas a capinar o Largo do Chafariz,
na frente da Cadeia.
Becos da minha terra...
Becos de assombração.
Românticos, pecaminosos...
Têm poesia e têm drama.
O drama da mulher da vida, antiga,
humilhada, malsinada.
Meretriz venérea,
desprezada, mesentérica, exangue.
Cabeça raspada a navalha,
castigada a palmatória,
capinando o largo,
chorando. Golfando sangue.
(ÚLTIMO ATO)
Um irmão vicentino comparece.
Traz uma entrada grátis do São Pedro de Alcântara.
Uma passagem de terceira no grande coletivo de São Vicente.
Uma estação permanente de repouso - no aprazível São Miguel.
Cai o pano.

CORALINA, Cora. Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais. 21ª ed. - São Paulo: Global Editora, 2006.

Texto 2

O ELEFANTE

Fabrico um elefante
de meus poucos recursos.
Um tanto de madeira
tirado a velhos móveis
talvez lhe dê apoio.
E o encho de algodão,
de paina, de doçura.
A cola vai fixar
suas orelhas pensas.
A tromba se enovela,
é a parte mais feliz
de sua arquitetura.
Mas há também as presas,
dessa matéria pura
que não sei figurar.
Tão alva essa riqueza
a espojar-se nos circos
sem perda ou corrupção.
E há por fim os olhos,
onde se deposita
a parte do elefante
mais fluida e permanente,
alheia a toda fraude.
Eis o meu pobre elefante
pronto para sair
à procura de amigos
num mundo enfastiado
que já não crê em bichos
e duvida das coisas.
Ei-lo, massa imponente
e frágil, que se abana
e move lentamente
a pele costurada
onde há flores de pano
e nuvens, alusões
a um mundo mais poético
onde o amor reagrupa
as formas naturais.
Vai o meu elefante
pela rua povoada,
mas não o querem ver
nem mesmo para rir
da cauda que ameaça
deixá-lo ir sozinho.
É todo graça, embora
as pernas não ajudem
e seu ventre balofo
se arrisque a desabar
ao mais leve empurrão.
Mostra com elegância
sua mínima vida,
e não há cidade
alma que se disponha
a recolher em si
desse corpo sensível
a fugitiva imagem,
o passo desastrado
mas faminto e tocante.
Mas faminto de seres
e situações patéticas,
de encontros ao luar
no mais profundo oceano,
sob a raiz das árvores
ou no seio das conchas,
de luzes que não cegam
e brilham através
dos troncos mais espessos.
Esse passo que vai
sem esmagar as plantas
no campo de batalha,
à procura de sítios,
segredos, episódios
não contados em livro,
de que apenas o vento,
as folhas, a formiga
reconhecem o talhe,
mas que os homens ignoram,
pois só ousam mostrar-se
sob a paz das cortinas
à pálpebra cerrada.
E já tarde da noite
volta meu elefante,
mas volta fatigado,
as patas vacilantes
se desmancham no pó.
Ele não encontrou
o de que carecia,
o de que carecemos,
eu e meu elefante,
em que amo disfarçar-me.
Exausto de pesquisa,
caiu-lhe o vasto engenho
como simples papel.
A cola se dissolve
e todo o seu conteúdo
de perdão, de carícia,
de pluma, de algodão,
jorra sobre o tapete,
qual mito desmontado.
Amanhã recomeço.

ANDRADE, Carlos Drummond de. O Elefante. 9ª ed. - São Paulo: Editora Record, 1983.




1. IME 2018

Sabe-se que o prefixo de negação “in”, na língua portuguesa, pode assumir diferentes formas, de acordo com a ocorrência dos fenômenos de assimilação e mesmo de dissimilação.

Assinale a opção em que o significado do prefixo “in” difere do sentido encontrado nas palavras “indefeso” e “indefinido” no verso abaixo transcrito:

“Ser indefeso, indefinido, que só se vê na minha cidade.” (texto 1, verso 28)

a) Alimentar a criança é indispensável ao seu crescimento saudável.
b) A conclusão a que se chegou parecia algo ilógico.
c) Sua situação me parece irregular.
d) Eles estavam impossibilitados de frequentar aquele local.
e) Ele está tão fraco que já não consegue ingerir os alimentos.

2. IME 2018

Os becos descritos no texto 1 denunciam lugares marginalizados, abandonados e, mais frequentemente, não amados. Assinale a opção em que o verso transcrito condiz com essa afirmativa.

a) “Amo tua paisagem triste, ausente, suja.” (verso 2)
b) “Amo a prantina silenciosa do teu fio de água,” (verso 9)
c) “Amo a avenca delicada que renasce” (verso 13)
d) “Amo esses burros-de-lenha” (verso 18)
e) “Amo e canto com ternura” (verso 29)

3. IME 2018

“Amo e canto com ternura / todo o errado da minha terra” (texto 1, versos 29 e 30).

A substantivação do adjetivo “errado”, antecedido pelo determinante “o”, que aparece no trecho acima destacado do poema de Cora Coralina

a) fala do desdém relativo à maneira como vivem os habitantes dos becos.
b) mostra que a voz poética é avessa a tudo o que acontece nos becos.
c) salienta uma proximidade e cumplicidade entre quem ama e quem recebe o amor.
d) revela apatia em relação aos becos de Goiás e a seus frequentadores.
e) trata unicamente da exclusão social dos moradores dos becos.


4. IME 2018

“E aquele menino, lenheiro ele, salvo seja.“ (texto 1, verso 23)

O modo em que se encontra o verbo ser na forma verbal acima destacada, em contraste com o modo de todas as outras formas verbais do poema, evoca

a) um indício de certeza, característico do modo indicativo das formas verbais em português, pois é certo que a vida do menino é amarga.

b) algo irreal, hipotético, expresso pelo modo subjuntivo, que aponta, no entanto, para um desejo, uma possibilidade, no caso, de que o menino seja resgatado daquele cotidiano que lhe rouba a infância.

c) um anúncio, um sinal pertinente ao modo indicativo, de que o menino será salvo de sua realidade tão dura.

d) a certeza, expressa pelo modo verbal, de que a existência do menino é atravessada pelo trabalho infantil.

e) o tom imperativo da voz poética que está presente não apenas nesse verso, mas ao longo de todo o poema.


5. IME 2018

O texto 1 se inicia em um processo descritivo e passa para o descritivo-narrativo. Isso se confirma pelo(a)

a) contraste entre o uso abundante de adjetivos concomitante ao parco uso de formas verbais nas primeiras estrofes em relação à recorrência de formas verbais indicativas de ação conjugadas, predominantemente, no pretérito imperfeito do modo indicativo nas estrofes finais.

b) uso de verbos conjugados na primeira pessoa do singular do modo indicativo nas primeiras estrofes em contraste com os verbos conjugados em terceira pessoa do pretérito imperfeito do indicativo nas estrofes finais.

c) frequência com que aparecem, no início do poema, palavras cujos significados estão associados à tristeza e ao abandono dos becos em contraste com o final do poema em que comparecem forças preocupadas em garantir ordem na vida pública.

d) fato de que a escritora se conforma ao processo mais tradicional na construção dos poemas.

e) necessidade de dar ao poema um tom realista, afastando-o do romantismo tradicionalmente associado às formas poéticas como um todo.


6. IME 2018

Dentre os pares de versos do texto 1 abaixo transcritos, assinale a alternativa em que há nítida descrição de uma transformação ocorrida durante a passagem do tempo.

a) “e a plantinha desvalida, de caule mole / que se defende, viceja e floresce” (versos 15 e 16)

b) “secos, lanzudos, malzelados, cansados, pisados. / Arrochados na sua carga, sabidos, procurando a sombra,” (versos 20 e 21)

c) “pequeno para ser homem, / forte para ser criança.” (versos 26 e 27)

d) “suspeitos… mal afamados / onde família de conceito não passava.” (versos 47 e 48)

e) “terror dos soldados, castigados nas armas. / Capitão-mor, alma penada,” (versos 65 e 66)


7. IME 2018

O valor semântico do vocábulo “errado”, exaltado pela autora no texto 1 em

“Amo e canto com ternura todo o errado da minha terra.” (versos 29 e 30)
não se aplica a

a) paisagem triste (verso 2).
b) sandália velha (verso 7).
c) velho cano (verso 12).
d) Baile Sifilítico (verso 77).
e) irmão vicentino (verso 98).


8. IME 2018

O vocábulo estranho ao campo morfossemântico da palavra “hética” (texto 1, verso 58) é

a) magra.
b) consumida.
c) confinada.
d) franzina.
e) definhada.


9. IME 2018

A respeito do uso do vocábulo “sabidos” (texto 1, verso 21), pode-se afirmar que

a) indica a “esperteza” dos “burrinhos dos morros” ao optarem por ter suas cargas arrochadas.
b) confere valor semântico positivo à expressão “burrinhos dos morros”.
c) compara a escolha dos “burrinhos dos morros” pelas cangalhas à imundície dos “becos antigos”.
d) estabelece uma ideia contraditória e pejorativa à expressão “burrinhos dos morros”.
e) reforça o sentido de animal maltratado por seus donos: uma atitude distinta daquela conferida pela voz poética que aparece no primeiro verso da estrofe em questão.


10. IME 2018

Considere os versos 68 a 80 do texto 2, transcritos abaixo:

“Esse passo que vai
sem esmagar as plantas
no campo de batalha,
à procura de sítios,
segredos, episódios
não contados em livro,
de que apenas o vento,
as folhas, a formiga
reconhecem o talhe,
mas que os homens ignoram,
pois só ousam mostrar-se
sob a paz das cortinas
à pálpebra cerrada.”

Acerca de “vento”, “folhas” e “formiga”, pode-se afirmar que

a) significam a procura do poeta por novos “sítios”, ou seja, novo público, futuros leitores do poema.
b) são comparados ao “livro” que o poeta pretende escrever sob a paz das cortinas.
c) não constituem elementos naturais capazes de compreender e espelhar a natureza do “elefante”.
d) estão presentes no poema com o objetivo de exaltar o comportamento humano que só se mostra “sob a paz das cortinas / à pálpebra cerrada”.
e) eles não ignoram o que o homem ignora.


11. IME 2018

A conjunção “mas” que se repete nas estrofes do texto 2 nos versos 41, 58, 59, 77 e 83

a) exprime consequência de uma árdua tarefa dada ao elefante que, de tanto pesquisar, ficou exausto.

b) tem na verdade uma função aditiva: embora sua forma seja a de uma adversativa, apenas liga as ideias dando continuidade e sequência ao texto.

c) traz em si uma ideia de compensação como na oração “não era bonito, mas esbanjava simpatia”.

d) dá forma ao contraste entre a expectativa inicial e a volta para casa: o homem não se deixa receber a ternura que o elefante carrega.

e) é a conjunção mais comumente utilizada entre as adversativas, não exercendo, no entanto, relação de contraste nos versos do texto.


12. IME 2018

No texto 2, considerando o elefante fabricado artesanalmente como uma alegoria para falar da arte, mandar o elefante à rua aponta para um desejo de

a) divulgação daquilo que até então era privado e íntimo.
b) invisibilidade da coisa criada.
c) anonimato e silenciamento, já que há nas ruas um burburinho incessante que acaba por silenciar tudo o que nela transita.
d) fuga às responsabilidades do artista, pois o poeta sucumbe diante de sua inspiração.
e) banalização dos sentimentos que inspiraram o poeta a construir seu elefante.


13. IME

Considere os versos 95 a 98 do texto 2, transcritos abaixo:

“e todo o seu conteúdo
de perdão, de carícia,
de pluma, de algodão,
jorra sobre o tapete,”

A figura de linguagem construída a partir de uma relação entre os campos semânticos evocados pelo título do poema e de seus versos acima destacados é a (o)

a) ambiguidade.
b) apóstrofe.
c) antítese.
d) eufemismo.
e) metonímia.


14. IME

Observe os vocábulos destacados em negrito nos versos 39 a 44 do texto 2, transcritos abaixo:

“Vai o meu elefante
pela rua povoada,
mas não o querem ver
nem mesmo para rir
da cauda que ameaça
deixá-lo ir sozinho.”

Sobre esses vocábulos, de acordo com a gramática normativa, considere as seguintes afirmações:

I – o primeiro “o” é um artigo definido e o segundo é uma forma pronominal oblíqua, assim como a forma “lo” em “deixá-lo”.

II – a colocação do segundo “o” junto ao advérbio de negação aproxima-se do registro mais utilizado no português falado no Brasil.

III – “o” e “lo” nos versos “mas não o querem ver” e “deixá-lo ir sozinho” são formas pronominais que garantem a coesão referencial anafórica.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões)
a) I apenas.
b) III apenas.
c) I e II apenas.
d) I e III apenas.
e) II e III apenas.


15. IME 2018

O poema O elefante (texto 2)

a) anuncia, por meio da alegoria do animal, que o tamanho dos problemas dos adultos é inversamente proporcional ao tamanho do elefante, sendo, ao mesmo tempo, um poema direcionado às crianças.

b) estabelece uma relação criador/criatura e, metaforicamente, é possível falar de um paralelo entre arte/artista: o conteúdo produzido pelo artista é causa e consequência, ao mesmo tempo, do trabalho do poeta com as palavras.

c) desconecta o elefante (criação) de seu criador, retirando deste toda a sua capacidade criativa.

d) mostra a criatura, o elefante, como algo definido e único: criá-lo é tão trabalhoso que não há possibilidade de criar outros elefantes.

e) revela, metaforicamente, um descuido com o fazer poético ao descrever a deselegância do elefante mal construído, que segue pelas ruas de modo desequilibrado.


16. IME 2018

Considere os versos 19 a 23 do texto 2, transcritos abaixo:

“E há por fim os olhos,
onde se deposita
a parte do elefante
mais fluida e permanente,
alheia a toda fraude.”

Abaixo, você encontrará alguns ditados populares elencados. Qual destes ditados mais se aproxima da ideia veiculada no verso 23, “alheia a toda fraude”?

a) “Fazer o bem sem olhar a quem.”
b) “O pior cego é aquele que não quer ver.”
c) “Perto dos olhos, longe do coração.”
d) “Em terra de cego, quem tem um olho é rei.”
e) “Os olhos são a janela da alma.”


17. IME 2018

Assinale a alternativa em que os vocábulos são acentuados de acordo com as mesmas regras de acentuação gráfica das palavras abaixo transcritas, respectivamente:

sandália (verso 7, texto 1); úmida (verso 17, texto 1); só (verso 28, texto 1); sensível (verso 55, texto 2); conteúdo (verso 95, texto 2).

a) réstia, sifilítico, vê, grátis, baú
b) água, família, há, revólver, frágil
c) infância, matéria, à, móveis, saúva
d) estória, poético, têm, viúva, maiúscula
e) solitária, fáceis, deixá-lo, médio, carícia


18. IME 2018

Sobre os textos 1 e 2, analise as afirmações abaixo:

I. descrevem um exterior cuja aparência pode ser vista como deselegante, guardando, porém, tanto os becos quanto o elefante, um interior rico em poesia e vida.

II. revelam uma construção erudita, rígida e intelectualizada de uma narrativa poética cuja forma apresenta estrofes regulares e longas, intercaladas por estribilho.

III. há uma relação estreita entre prosa e poesia revelada no encadeamento que oscila entre a descrição e a narração. 

Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões)

a) I apenas.
b) II apenas.
c) I e III apenas.
d) II e III apenas.
e) I, II e III.


19. IME 2018

Quanto à estrutura, os textos 1 e 2

a) são haicais pois transmitem imensa sabedoria em relação ao tamanho dos textos apresentados.
b) são acrósticos que cantam determinado lugar ou coisa.
c) são baladas que fazem referência a um tempo perdido.
d) são poemas modernos que apresentam versos brancos ou livres e estrofes polimétricas.
e) são sonetos e apresentam conteúdos ligados à sabedoria acumulada pelos poetas ao longo do tempo.


20. IME 2018

A respeito do “conceito de erro em língua”, o gramático Luiz Antônio Sacconi, em sua obra “Nossa Gramática – Teoria e Prática”, afirma:

“Em rigor, ninguém comete erro em língua, exceto nos casos de ortografia. O que se comete são transgressões da norma culta. De fato, aquele que, num momento íntimo do discurso, diz: “Ninguém deixou ele falar”, não comete propriamente erro; na verdade, transgride a norma culta. (…) Vale lembrar, finalmente, que a língua é um costume. Como tal, qualquer transgressão, ou chamado erro, deixa de sê-lo no exato instante em que a maioria absoluta o comete, passando, assim, a constituir fato linguístico (registro de linguagem definitivamente consagrado pelo uso, ainda que não tenha amparo gramatical).”

SACCONI, Luiz Antônio. Nossa Gramática – Teoria e Prática – 18ª ed. Reformada e atual. São Paulo: Atual, 1994. pp. 8 e 9.

Considerando o conceito de “erro em língua”, exposto acima, assinale a alternativa em que se apresenta uma transgressão da norma culta considerada “fato linguístico”?

a) Eu não sei aonde o elefante quer chegar.
b) Ana Lins Bretas, cujo pseudônimo era Cora Coralina, foi uma grande escritora brasileira.
c) “E há por fim os olhos, / onde se deposita / a parte do elefante” (texto 2, versos 19 a 21).
d) “Ele não encontrou / o de que carecia, / o de que carecemos,” (texto 2, versos 86 a 88).
e) É uma das poucas opiniões do poeta onde existe uma controvérsia.



Gabarito:

1.E

2.A

3.C

4.B

5.A

6.A

7.E

8.C

9.B

10.E

11.D

12.A

13.C

14.D

15.B

16.E

17.A

18.C

19.D

20.E



quarta-feira, 1 de abril de 2020

Questões de Literatura da EsPCex

Questões de Literatura EsPCEx

1. EsPCEx 2019

Influenciados pelo poeta latino Horácio, os poetas árcades costumam reaproveitar dois temas da tradição clássica: o fugere urbem e o aurea mediocritas. Assinale o trecho de Cláudio Manuel da Costa que apresenta essas características:

a) “Como, ó Céus, para os ver terei constância, / Se cada flor me lembra a formosura / Da bela causadora de minha ânsia?”

b) “Se o bem desta choupana pode tanto, / Que chega a ter mais preço, e mais valia, / Que da cidade o lisonjeiro encanto;”

c) “Enfim serás cantada, Vila Rica, / Teu nome alegre notícia, e já clamava; / Viva o senado! viva! repetia / Itamonte, que ao longe o eco ouvia.”

d) “Já rompe, Nise, a matutina aurora / O negro manto, com que a noite escura, / Sufocando do Sol a face pura, / Tinha escondido a chama brilhadora.”

e) “Destes penhascos fez a natureza / O berço, em que nasci: oh quem cuidara, / Que entre penhas tão duras se criara / Uma alma terna, um peito sem dureza.”





2. EsPCEx 2019

Em relação ao Classicismo, que se desenvolveu durante o século XVI, marque a alternativa correta.
a) Esse movimento literário possibilita a expressão da condição individual, da riqueza interior do ser humano que se defronta com sua inadequação à realidade.

b)  A poesia dessa época adota convenções do bucolismo como expressão de um sentimento de valorização do ser humano.

c)  Os poetas pertencentes a esse período literário perseguiam uma expressão equilibrada, sóbria, capaz de transmitir o domínio que a razão exercia sobre a emoção individual, colocando o homem como centro de todas as coisas.

d)  Os autores dessa estética literária procuraram retratar a vida como é e não como deveria ou poderia ser. Perseguem a precisão nas descrições, principalmente pela harmonização de detalhes que, somados, reforçam a impressão de realidade.

e) A poesia desse período passa a ser considerada um esforço de captação e fixação das sutis sensações produzidas pela investigação do mundo interior de cada um e de suas relações com o mundo exterior.


3. EsPCEx 2019

“Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.”
Marque a alternativa que aponta a característica do Romantismo presente no fragmento do Romance “Iracema”, de José de Alencar.

a) Idealização da personagem mediante a associação entre aspectos humanos e elementos da natureza.

b) Valorização do regionalismo por meio do registro de palavras e expressões típicas do vocabulário regional.

c) Enaltecimento do indígena com o emprego do locus amoenus exigível em cenas da natureza das narrativas clássicas.

d)  Empoderamento de minorias marginalizadas por meio da escolha de uma mulher morena e indígena para o protagonismo da narrativa.

e) Reflexão crítica sobre a formação do povo brasileiro mediante a identificação de uma mulher como verdadeira representante de nossas origens indígenas.


4. EsPCEx 2019

 Leia as estrofes a seguir e responda o que se pede.
Quando Ismália enlouqueceu
Pôs-se na torre a sonhar…
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
(...)
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par…
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar…

Quanto às estrofes apresentadas é correto afirmar que

a) as antíteses articulam-se em torno de desejos contraditórios e dividem-se entre a realidade espiritual e concreta, atingindo o desejo simbolista de transcendência espiritual.

b) o pessimismo constitui-se em torno do desejo de morrer, característica da segunda geração romântica, marcada pelo “mal do século”.

c)  se registra a dicotomia do homem do século XVII, crise espiritual (teocentrismo) e paganismo (antropocentrismo), característica barroca.

d) há um resgate do racionalismo e do equilíbrio do Classicismo como forma de combater a influência do Barroco, por isso a presença de opostos: lua no céu, lua no mar, alma e céu, corpo e mar.

e)  há uma preocupação formal, própria dos parnasianos que resgatam a poesia clássica, cultivando, por exemplo, o soneto, forma fixa da estrutura desta poesia.


5.  EsPCEx 2018

Os parnasianos acreditavam que, apoiando-se nos modelos clássicos, estariam combatendo os exageros de emoção e fantasia do Romantismo e, ao mesmo tempo, garantindo o equilíbrio que almejavam. Propunham uma poesia objetiva, de elevado nível vocabular, racionalista, bem-acabada do ponto de vista formal e voltada para temas universais. Esse racionalismo, que enfrentava os “exageros de emoção” e fixava-se no formalismo, fica bem claro na seguinte estrofe parnasiana de Olavo Bilac:

a)  E eu vos direi: “Amai para entendê-las!/Pois só quem ama pode ter ouvido/Capaz de ouvir e de entender estrelas.”

b) Não me basta saber que sou amado,/Nem só desejo o teu amor: desejo/Ter nos braços teu corpo delicado,/Ter na boca a doçura de teu beijo.

c) Pois sabei que é por isso que assim ando:/Que é dos loucos somente e dos amantes/Na maior alegria andar chorando.

d) Mas que na forma se disfarce o emprego/Do esforço; e a trama viva se construa/De tal modo, que a imagem fique nua,/Rica, mas sóbria, como um templo grego.

e) Esta melancolia sem remédio,/Saudade sem razão, louca esperança/Ardendo em choros e findando em tédio.


6. EsPCEx 2018

“Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura,  ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me.”

ASSIS. Machado de. Dom Casmurro. São Paulo: Ática,1999. p.55 (fragmento)

Com Dom Casmurro, obra publicada em 1899, depois de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) e de Quincas Borba (1891), Machado de Assis deixa marcas indeléveis de que a Literatura Brasileira vivia um novo período literário, bem diferente do Romantismo. Nessas obras, nota-se uma forma diferente de sentir e de ver a realidade, menos idealizada, mais verdadeira e crítica: uma perspectiva realista. O trecho apresentado acima representa essa perspectiva porque o narrador

a) exagera nas imagens poéticas traduzidas por “fluido misterioso”, “praia”, “cabelos espalhados pelos ombros” em uma realização imagética da mulher que o tragava como fazem as ondas de um mar em ressaca.

b)  deixa-se levar pelas ondas que saíam das pupilas de Capitu em um fluido, misterioso e enérgico, que o arrasta depressa como uma vaga que se retira da praia em dias de ressaca, não adiantando agarrar-se nem aos braços nem aos cabelos da moça.

c) retira-se da praia como as vagas em dias de ressaca por não ser capaz de dizer a Capitu o que está sentindo ao olhá-la nos olhos sem quebrar a dignidade mínima daquele momento em que duas pessoas apaixonam-se.

d)  solicita à “retórica dos namorados” uma comparação que seja, ao mesmo tempo, exata e poética capaz de descrever os olhos de Capitu, revelando a dificuldade de apresentar uma verdade que não estrague a idealização romântica.

e) ridiculariza a retórica dos românticos ao afirmar que os olhos de Capitu pareciam com uma ressaca do mar e, por isso, não seria capaz de descrevê-los de maneira poética, traduzindo, assim, o realismo literário de sua época.


7. EsPCEx 2018

Leia o trecho abaixo, retirado de I-Juca Pirama, obra de Gonçalves Dias.

Da tribo pujante,
Que agora anda errante
Por fado inconstante,
Guerreiros, nasci:
Sou bravo, sou forte,
sou filho do norte,
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi.

Trata-se de um:
a) poema lírico
b) poema épico
c) cantiga de amigo
d)  novela de cavalaria
e) auto de fundo religioso


8. EsPCEx 2018

Leia as afirmações abaixo sobre Carlos Drummond de Andrade:

I- Preferiu não participar da Semana de Arte Moderna, mas enviou seu famoso poema “Os Sapos”, que, lido por Ronald de Carvalho, tumultuou o Teatro Municipal.

II – Sua fase “gauche” caracterizou-se pelo pessimismo, pelo individualismo, pelo isolamento e pela reflexão existencial. A obra mais importante foi o “Poema de Sete Faces”.

III- Na fase social, o eu lírico manifesta interesse pelo seu tempo e pelos problemas cotidianos, buscando a solidariedade diante das frustrações e das esperanças humanas.

IV- A última fase foi marcada pela poesia intimista, de orientação simbolista, prezando o espiritualismo e orientalismo e a musicalidade, traços que podem ser notados no poema “O motivo da Rosa”.

Estão corretas as afirmações:
a) I, II e III

b) II, III e IV

c)  II e III

d)  II e IV

e)  III e IV.


9. EsPCEx 2017

O projeto desse movimento literário baseava-se na crença de que a função essencial da arte era produzir o belo, e o lema escolhido para traduzir essa ideia foi “a arte pela arte”. É possível observar, nesse contexto, características como a preocupação com a técnica (metro, ritmo e rima) e o resgate de temas da Antiguidade clássica (referências à mitologia e a personagens históricas). Essa escola literária é conhecida como

a)  Neoclassicismo.
b)  Arcadismo.
c)  Classicismo.
d)  Expressionismo.
e)  Parnasianismo.


10. EsPCEx 2017

“Se gostas de afetação e pompa de palavras e do estilo que chamam culto, não me leias.
Quando esse estilo florescia, nasceram as primeiras verduras do meu; mas valeu-me tanto sempre a clareza, que só porque me entendiam comecei a ser ouvido. (…) Esse desventurado estilo que hoje se usa, os que querem honrar chamam-lhe culto, os que o condenam chamam-lhe escuro, mas ainda lhe fazem muita honra. O estilo culto não é escuro, é negro (…) e muito cerrado. É possível que somos portugueses e havemos de ouvir um pregador em português e não havemos de entender o que diz?!”

Padre Antônio Vieira, nesse trecho, faz uma crítica ao estilo barroco conhecido como

a)  conceptismo, por ser marcado pelo jogo de ideias, de conceitos, seguindo um raciocínio lógico.

b)  quevedismo, por utilizar-se de uma retórica aprimorada, a exemplo de seu principal cultor: Quevedo.

c)  antropocentrismo, caracterizado por mostrar o homem, culto e inteligente, como centro do universo.

d) gongorismo, ao caracterizar-se por uma linguagem rebuscada, culta e extravagante.

e) teocentrismo, caracterizado por padres escritores que dominaram a literatura seiscentista.


11. EsPCEx 2017

Sobre o Romantismo no Brasil, marque a afirmação correta.

a)  A arte romântica pôs fim a uma tradição clássica de três séculos e dá início a uma nova etapa na literatura, voltada aos assuntos contemporâneos – efervescência social e política, esperança e paixão, luta e revolução – e ao cotidiano do homem burguês.

b)  O lema da bandeira brasileira “Ordem e Progresso” é nitidamente marcado pelos ideais românticos:parte da suposição de que é necessário ordem social para que haja o progresso da sociedade.

c) O romantismo era um movimento antimaterialista e antirracionalista, que usava símbolos, imagens, metáforas e sinestesias com a finalidade de exprimir o mundo interior, intuitivo e antilógico.

d)  O movimento inspirou-se em uma lendária região da Grécia Antiga, dominada pelo deus Pan e habitada por pastores, que viviam de modo simples e espontâneo e se divertiam cantando, fazendo disputas poéticas e celebrando o amor e o prazer.

e)  O estilo romântico registra o espírito contraditório de uma época que se divide entre as influências do Renascimento – o materialismo, o paganismo e o sensualismo – e da onda de religiosidade trazida sobretudo pela Contrarreforma.


Gabarito:

1.B

2.C

3.A

4.A

5.D

6.D

7. B

8. C

9. E

10. D

11. A